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    RECUBRO-AS

    lacado | adj.

    Recoberto de laca....


    recoberto | adj.

    Que se recobriu; que foi novamente coberto....


    ferrugem | n. f.

    Substância pulverulenta que cobre o ferro exposto à humidade....


    patine | n. f.

    Camada, formada por associação complexa de compostos de cobre, chumbo e zinco, que se forma em estátuas, moedas e outros objetos de cobre ou de ligas que contêm cobre, como bronze, devido a alteração natural resultante da exposição aos elementos (ex.: patine de cor verde)....


    cimento | n. m.

    Composição de cal hidráulica com argila ou pó de tijolo, ou de cal simples com pozolana....


    pátina | n. f.

    Camada, formada por associação complexa de compostos de cobre, chumbo e zinco, que se forma em estátuas, moedas e outros objetos de cobre ou de ligas que contêm cobre, como o bronze, devido a alteração natural resultante da exposição aos elementos (ex.: pátina esverdeada)....


    acharoado | adj.

    Recoberto de charão ou laca (ex.: contador acharoado)....


    canto | n. m.

    Ângulo formado pela reunião de duas paredes ou quaisquer outras superfícies....


    flocagem | n. f.

    Processo em que um objeto ou uma superfície é recoberto por uma camada de pelos ou flocos, ficando com um aspeto aveludado (ex.: flocagem eletrostática)....


    flocar | v. tr.

    Recobrir um objeto ou uma superfície por uma camada de pelos ou flocos, ficando com um aspeto aveludado....


    lismo | n. m.

    Vegetação composta de algas, em lugares húmidos ou de águas paradas....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?