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    Pesquisa nas Definições por:

    Programares-mo

    estultificante | adj. 2 g.

    Que estultifica, que torna estúpido (ex.: programa estultificante)....


    Relativo a mísseis ou à missilística (ex.: ameaça missilística; programa missilístico; tecnologia missilística)....


    mira | n. f.

    Peça que, numa arma de fogo, regula a pontaria....


    monitor | n. m.

    Aquele que dá conselhos, lições, etc....


    repertório | n. m.

    Índice alfabético das matérias contidas num livro....


    aplicativo | adj. | n. m.

    Que pode ou deve ser aplicado....


    garota | n. f.

    Criança do sexo feminino....


    indexador | adj. | n. m.

    Que indexa ou serve para indexar....


    Transformação de um código ou de uma linguagem que estava convertida para ser lida por um computador em linguagem de programação....


    malware | n. m.

    Programa concebido para causar danos ou para aceder ilegalmente a informação em sistemas informáticos....


    chunguice | n. f.

    Qualidade do que é chunga (ex.: o programa é de uma chunguice notável)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber a etimologia da palavra milagre.


    O VOLP, os dicionários Houaiss, Aurélio e Priberam registram o verbete "norma-padrão", com hífen. A mesma grafia é encontrada nas gramáticas da Língua Portuguesa de autores brasileiros. Por outro lado, nenhuma das fontes acima citadas registra ou usa a forma "norma-culta", com hífen. Nas gramáticas, só aparece "norma culta", sem hífen. Qual seria a explicação para o uso do hífen em "norma-padrão" e o não uso do hífen em "norma culta"?