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    Partilhe-Me

    Que não é ou deixou de ser comparticipado; cujo custo deixou de ser partilhado com uma entidade, geralmente estatal (ex.: medicamento descomparticipado)....


    Que partilha o mesmo cório e a mesma placenta (ex.: gravidez gemelar monocoriónica)....


    direita | n. f. | interj.

    Mão direita....


    monadista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ao sistema das mónadas....


    repúblico | adj. | n. m.

    Relativo aos interesses da comunidade, de todos os cidadãos....


    juslaborista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ao direito do trabalho (ex.: normas juslaboristas)....


    comum | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Do uso ou domínio de todos os de um lugar ou de uma coletividade....


    clube | n. m.

    Sociedade desportiva, recreativa ou cultural, ou de outra natureza....


    colação | n. f.

    Ação ou poder de conferir um benefício eclesiástico....


    presor | n. m.

    Colono que sem ser nobre recebia em partilha terras reconquistadas aos muçulmanos....


    quinhão | n. m.

    Parte que toca a cada um na repartição de um todo....


    sesmo | n. m.

    Lugar onde há sesmarias....


    sabir | n. m.

    Sistema de comunicação com origem medieval, usado na zona mediterrânica para estabelecer relações comerciais e para comunicações básicas, nascido do contato entre comunidades de falantes que não partilhavam a mesma língua....


    falanstério | n. m.

    Sistema ou organização comunitária autónoma imaginada por Charles Fourier....


    partilha | n. f.

    Divisão de bens, de herança, de lucros, etc. em partes....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?