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    PONDERASSE-VOS

    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    ponderado | adj.

    Que tem ponderação ou gravidade....


    medido | adj.

    Que se mediu....


    reputação | n. f.

    Conceito; opinião pública, favorável ou desfavorável....


    acerto | n. m.

    Ato de acertar....


    peso | n. m.

    Qualidade do que é pesado....


    chuteira | n. f.

    Botim ou sapato apropriado para o jogo de futebol (ex.: chuteiras com pitões de borracha)....


    método | n. m.

    Ordem pedagógica na educação....


    impulsivo | adj. | adj. n. m.

    Que dá impulso; que impulsiona (ex.: força impulsiva)....


    reptante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem repta ou desafia....


    ponderador | adj. n. m.

    Que ou aquele que pondera....


    constante | adj. 2 g. | n. f.

    Que consta ou que está registado ou mencionado (ex.: verificou todos os itens constantes no relatório)....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?