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    OBCECASTES-NOS

    amoucado | adj.

    Que é amouco; que está enfurecido, desvairado, obcecado....


    obcecação | n. f.

    Ato ou efeito de obcecar ou obcecar-se....


    obsessão | n. f.

    Importunação perseverante....


    obcecador | adj. n. m.

    Que ou o que obceca....


    deslumbrar | v. tr. | v. pron.

    Turvar a vista de (alguém), por efeito de demasiada luz....


    obsedar | v. tr.

    Perseguir insistentemente ou com obsessão....


    obsediar | v. tr.

    Fixar algo com insistência na mente de; causar obsessão....


    obsessionar | v. tr., intr. e pron.

    Criar ou desenvolver uma obsessão ou uma ideia fixa....


    obumbramento | n. m.

    Ato ou efeito de (se) obumbrar, de tornar ou de ficar sombrio, escuro....


    obumbração | n. f.

    Ato ou efeito de (se) obumbrar, de tornar ou de ficar sombrio, escuro....


    obumbrar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Cobrir(-se) com sombras; tornar ou ficar sombrio....


    obcecar | v. tr. e pron.

    Cegar, ofuscar....


    ofuscar | v. tr. | v. pron.

    Tornar fusco ou escuro....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?