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    lixavam-me

    lixoso | adj.

    Que tem muito lixo (ex.: ribeira lixosa)....


    monstro | n. m. | adj.

    Produção animal ou vegetal contrária à ordem regular da natureza....


    lixamento | n. m.

    Ato ou efeito de lixar....


    lixação | n. f.

    Ato ou efeito de lixar....


    aparelhagem | n. f.

    Conjunto de aparelhos e de acessórios....


    chorume | n. m.

    Gordura da carne de um animal....


    ciscalho | n. m.

    Carvão miúdo feito com os rebotalhos dos matos....


    resguardo | n. m.

    Ato ou efeito de resguardar ou de resguardar-se....


    lixeira | n. f.

    Nome comum a diversas plantas e árvores de folhas ou cascas ásperas....


    lixão | n. m.

    Lugar onde se deposita o lixo (ex.: os companheiros trabalham no lixão)....


    dermabrasão | n. f.

    Procedimento cirúrgico em que são removidas as camadas superficiais da pele através de meios mecânicos rotatórios, lixas ou afins....


    Procedimento cirúrgico em que são removidas as camadas superficiais da pele através de meios mecânicos rotatórios, lixas ou afins....


    badele | n. m.

    Pá do lixo....


    cadoz | n. m.

    Cova (no jogo da pela)....



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.