PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Graduasse-mos

    preeminente | adj. 2 g.

    Que tem preeminência; que ocupa lugar ou graduação mais elevada....


    abraço | n. m.

    Ato de abraçar, de apertar entre os braços, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc....


    mira | n. f.

    Peça que, numa arma de fogo, regula a pontaria....


    proveta | n. f.

    Copo graduado para medição de líquidos....


    subtenente | n. m.

    Na Marinha portuguesa, primeiro posto de oficial subalterno que não é oriundo da Escola Naval....


    andaia | n. f.

    Produto da destilação do vinho, de graduação mais baixa que a aguardente....


    aspirante | adj. 2 g. | n. m.

    Que aspira ou sorve....


    ecómetro | n. m.

    Régua graduada para medir a duração e os intervalos dos sons....


    hipóxido | n. m.

    Óxido da mais baixa graduação....


    marinheiro | n. m. | adj.

    Pessoa que trabalha a bordo de um barco; homem do mar, principalmente quando embarcado....


    progressão | n. f.

    Desenvolvimento graduado e ininterrupto....


    anspeçada | n. m.

    Nome que se dava antigamente ao soldado graduado em cabo....


    alferes | n. m. 2 núm.

    O menos graduado dos oficiais subalternos....


    clepsidra | n. f.

    Relógio antigo, de origem egípcia, que media o tempo pelo escoamento de água num recipiente graduado....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.