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    forro-ma

    coberto | adj.

    Tapado, resguardado....


    cortiçado | adj.

    Forrado, coberto de cortiça....


    Relativo a epêndima ou à membrana que forra os ventrículos do cérebro e do canal central da medula (ex.: limite ependimário; transudação ependimária de liquor)....


    quidalê | interj.

    Expressão usada para pedir ajuda ou socorro....


    alizar | n. m.

    Guarnição de madeira que cobre as ombreiras das portas e janelas....


    barrote | n. m.

    Cada uma das peças de madeira longas sobre que assenta um soalho ou um forro....


    batedouro | n. m.

    Pedra em que as lavadeiras batem a roupa, lavando-a....


    caibro | n. m.

    Cada um dos paus grossos que ligam o frechal à cumeeira do telhado e sobre os quais assentam as ripas....


    conjuntiva | n. f.

    Membrana mucosa que forra o globo do olho e o une às pálpebras....


    encabeira | n. f.

    Tábua ou conjunto de tábuas que, nos soalhos ou nos forros, se assenta ao longo das paredes, e na qual se vão encaixar as outras transversalmente....


    gacha | n. f.

    Rede que forra lateralmente o corpo das embarcações de pesca....


    palmilha | n. f.

    Forro interior da sola do sapato ou da bota....


    percalina | n. f.

    Tecido de algodão, leve e lustroso, empregado sobretudo em forros e em encadernações de livros....


    saieta | n. f.

    Tecido de lã ordinário que serve para forros....


    tripa-forra | n. f.

    Usa-se na locução adverbial à tripa-forra....


    Ferramenta dotada de cabo, usada pelos bombeiros para abrir espaços no forro dos tetos....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber a pronúncia correta da palavra bocaina (talvez seja de origem indígena/brasileira). Seria "bocáina" ou "bocâina"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?