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    FIXAI-TOS

    encravado | adj.

    Fixado com cravos; encravilhado; encaixado....


    enraizado | adj.

    Que deitou raiz, que se enraizou....


    errático | adj.

    Que erra ou que não tem destino certo (ex.: percurso errático)....


    Fixo, muito atento (falando dos olhos)....


    findo | adj.

    Que acabou....


    fixativo | adj.

    Que fixa; que determina....


    imoto | adj.

    Que não se mexe....


    inerrante | adj. 2 g.

    Que não erra, infalível....


    pivotante | adj. 2 g.

    Que gira em torno de um eixo fixo ou de um pivô....


    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    pro rata | loc.

    Usa-se para indicar que algo é feito numa determinada proporção (ex.: cálculo pro rata, deduzir pro rata)....


    dreda | adj. 2 g.

    Que agrada ou tem qualidades positivas....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?