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    Pesquisa nas Definições por:

    ENGENHARAM-TO

    biomolecular | adj. 2 g.

    Relativo a biomolécula ou a uma molécula orgânica que é parte constituinte da estrutura de um ser vivo (ex.: engenharia biomolecular)....


    argana | n. f.

    Engenho para mudar grandes pesos de um lugar para outro....


    banguezeiro | n. m.

    Proprietário de engenho banguê....


    chaprão | n. m.

    Pessoa malfeita de corpo, desgraciosa....


    late | n. m.

    Cegonha (engenho de tirar água dos poços)....


    monjoleiro | n. m.

    Nome de uma árvore espinhosa....


    monjolo | n. m.

    Engenho tosco, movido a água, empregado para pilar milho....


    túnel | n. m.

    Passagem abobadada por baixo de monte, rio, canal ou mar....


    buldózer | n. m.

    Engenho de terraplenagem essencialmente constituído por um trator de lagartas, na frente do qual está montada uma fortíssima lâmina de aço que se eleva ou abaixa cavando o terreno. (Emprega-se também para arrotear, abater árvores, nivelamentos, aterros, etc.)...


    Transformação de um código ou de uma linguagem que estava convertida para ser lida por um computador em linguagem de programação....


    artefacto | n. m.

    Objeto produzido por trabalho mecânico ou manual....


    aspe | n. m.

    Aspa....


    carrossel | n. m.

    Engenho para divertimento que consiste numa haste vertical a que se prendem outras horizontais, que sustentam nas extremidades cavalos ou carrinhos de madeira ou outro material, sendo o todo animado de movimento circular....


    engenheiro | n. m.

    Indivíduo que tem a profissão de traçar e dirigir trabalhos que exigem cálculo matemático....


    engenho | n. m.

    Faculdade inventiva....


    estanca-rios | n. m. 2 núm.

    Engenho, espécie de bomba, para tirar água de rios, poços, etc....


    jacente | adj. 2 g. | n. m.

    Que jaz....


    maquinismo | n. m.

    Conjunto das peças de uma máquina (em relação ao seu funcionamento)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?