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    Pesquisa nas Definições por:

    ENDURECIAM-LHAS

    esclerema | n. m.

    Endurecimento do tecido celular subcutâneo, geralmente em recém-nascidos (ex.: esclerema neonatal)....


    escleroderme | n. f.

    Doença que provoca o endurecimento anormal dos tecidos orgânicos, provocando endurecimento da pele, rigidez das articulações e atrofia progressiva dos músculos....


    Oftalmia caracterizada por um endurecimento do olho....


    esclerose | n. f.

    Endurecimento patológico dos tecidos....


    facosclerose | n. f.

    Endurecimento e turvação do cristalino; catarata incipiente....


    túbera | n. f.

    Fungo subterrâneo comestível do género Tuber....


    xerodermia | n. f.

    Doença caracterizada por endurecimento da pele acompanhado de esfoliação....


    salão | n. m.

    Terreno arenoso ou barrento....


    Doença que provoca o endurecimento anormal dos tecidos orgânicos, provocando endurecimento da pele, rigidez das articulações e atrofia progressiva dos músculos....


    Esclerose, endurecimento do tecido do coração....


    durame | n. m.

    Parte interior e mais dura do tronco das árvores....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?