Pesquisa nas Definições por:

    danaram

    daninho | adj.

    Que causa danos ou estragos....


    indemne | adj. 2 g.

    Que não sofreu dano ou prejuízo....


    nocente | adj. 2 g.

    Que faz mal, que causa dano....


    nocivo | adj.

    Que causa dano; que prejudica....


    nóxio | adj.

    Que causa dano; que faz mal....


    ruim | adj. 2 g.

    Mau....


    salvo | adj. | prep.

    Livre de perigo, de risco, de doença, de incómodo, etc....


    inóxio | adj.

    Que não causa dano; que não faz mal....


    abnóxio | adj.

    Que não causa dano; que não faz mal....


    Fórmula usada para alertar ou exortar as autoridades a tomarem as medidas certas em alguma situação perigosa, por vezes completada por ne quid detrimenti respublica capiat (para que a república não sofra dano), com que, em momentos de crise, o senado romano dava aos cônsules poder ditatorial (ex.: o descontentamento do país aumenta, caveant consules)....


    Fórmula usada para alertar ou exortar as autoridades a tomarem as medidas certas em alguma situação perigosa, por vezes completada por ne quid detrimenti respublica capiat (para que a república não sofra dano), com que, em momentos de crise, o senado romano dava aos cônsules poder ditatorial....


    chaga | n. f.

    Ferida que supura....


    dano | n. m.

    Estrago; prejuízo....


    dinamarquês | adj. | n. m.

    Relativo ou pertencente à Dinamarca....


    perda | n. f.

    Carência ou privação do que se possuía....



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.