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    Pesquisa nas Definições por:

    Copos

    múrrino | adj.

    De murra (ex.: copos múrrinos)....


    calimeira | n. f.

    Pequena lancha que acompanha o copo da armação da pesca do atum e sardinha....


    campanólogo | n. m.

    O que toca peças de música em sinos ou copos....


    chinita | n. f.

    Aguardente de figo....


    galricho | n. m.

    Rede ou covão para apanhar peixe miúdo....


    palmatória | n. f.

    Peça de ferro para arredondar o fundo dos copos de vidro....


    proveta | n. f.

    Copo graduado para medição de líquidos....


    assobio | n. m.

    Som produzido por quem assobia ou pelo que assobia....


    bolacha | n. f.

    Suporte para colocar debaixo de copos ou garrafas, geralmente para proteger a superfície onde são colocados ou para quantificar o número de bebidas consumidas....


    cocho | n. m.

    Tabuleiro para conduzir cal amassada....


    fiador | n. m. | n. m. pl.

    Cordão que prende a espada pelos copos ao braço....


    taça | n. f.

    Vaso para beber, com pouco fundo e boca larga....


    terçado | n. m. | adj.

    Espada reta, curta e larga, sem copos....


    tigela | n. f.

    Recipiente côncavo e sem asas, usado geralmente para líquidos (ex.: tigela de loiça, tigela de plástico)....


    bicato | n. m.

    Aquilo que o comerciante oferece ao cliente para o agradar ou cativar o seu interesse (ex.: o freguês aceitou o copo de vinho que o vendedor lhe deu por bicato)....


    bock | n. m.

    Copo de cerveja (de 1/4 de litro)....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?