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    Pesquisa nas Definições por:

    Complexasse-Mos

    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    multiface | adj. 2 g.

    Que apresenta várias faces....


    Relativo às vitaminas (ex.: carência vitamínica; complexo vitamínico)....


    light | adj. 2 g. 2 núm.

    Que tem menos calorias do que outros produtos do mesmo género....


    pecilo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de variação (ex.: pecilotérmico)....


    Que contém vários metais (ex.: complexo polimetálico; concreções polimetálicas; nódulo polimetálico)....


    calculadora | n. f.

    Máquina que efetua operações aritméticas simples ou complexas e cujas pequenas dimensões são devidas ao emprego de semicondutores e de circuitos integrados....


    conjunto | adj. | n. m.

    Intimamente unido....


    concreção | n. f.

    Ação de tornar ou tornar-se concreto....


    diplão | n. m.

    Corpúsculo, certamente complexo de um neutrão e um protão....


    lanolina | n. f.

    Gordura de consistência sólida, amarelo âmbar, retirada da suarda de carneiro e empregada como excipiente em numerosas pomadas....


    proteólise | n. f.

    Conjunto das reações que presidem à desintegração das substâncias proteicas complexas....


    síntese | n. f.

    Figura que consiste em reunir numa só duas palavras primitivamente separadas....


    organograma | n. m.

    Gráfico da estrutura hierárquica de uma organização social complexa, representando simultaneamente os diversos elementos do grupo e as suas relações respetivas....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?