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    Pesquisa nas Definições por:

    COMPRIMIA-MOS

    para | prep.

    Exprime direção ou lugar de destino (ex.: arrancou para o Sul; a casa está virada para norte)....


    premente | adj. 2 g.

    Que preme ou comprime....


    HDMI | sigla

    Interface de transmissão digital de áudio e vídeo, apto para conduzir dados não comprimidos....


    antienjoo | adj. 2 g. 2 núm.

    Que faz cessar ou evita o enjoo (ex.: comprimidos antienjoo)....


    arquilho | n. m.

    Arco de madeira ou metal nos bombos e tambores, sobre o qual se retesa a pele, que um outro arco comprime....


    comprimido | adj. | n. m.

    Reduzido a menor volume....


    confeito | n. m.

    Grão (geralmente de erva-doce) coberto de açúcar....


    turbomotor | n. m.

    Turbina de ação, movida a ar comprimido, que funciona como motor....


    blíster | n. m.

    Invólucro fino, com pequenos compartimentos em forma de bolha, onde são acondicionados comprimidos, cápsulas ou outros objetos pequenos, cuja superfície é depois revestida para proteger o conteúdo (ex.: cada blíster tem 12 unidades)....


    bragueiro | n. m.

    Funda ou aparelho para comprimir hérnias e roturas....


    carteira | n. f.

    Pequeno estojo de couro ou outro material, com compartimentos para guardar cartões, dinheiro, etc....


    ecpiesma | n. m.

    Fratura do crânio, quando as esquírolas comprimem as membranas cerebrais....


    Conjunto de fenómenos elétricos produzidos por pressões ou deformações exercidas sobre certos corpos....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?