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    Pesquisa nas Definições por:

    CATINGARAM-TO

    catinga | n. f.

    Formação vegetal xerófila do interior do Nordeste do Brasil (sertão) constituída por arbustos espinhosos e cactáceas. [Pode ser fechada e impenetrável, ou aberta, segundo as condições climáticas e pedológicas.]...


    seridó | n. m.

    Zona nordestina, de transição entre o campo e a catinga, e onde se fazem grandes culturas de algodão....


    vaquejador | n. m.

    Caminho aberto nos matos e catingas, por onde os vaqueiros conduzem o gado dos pastos para os currais....


    caatinga | n. f.

    Formação vegetal xerófila do interior do Nordeste do Brasil (sertão) constituída por arbustos espinhosos e cactáceas (ex.: a caatinga pode ser fechada e impenetrável, ou aberta, segundo as condições climáticas e pedológicas)....


    catingar | v. intr.

    Mostrar-se catinga, avarento....


    Árvore da família das lauráceas (Linharea tinctoria), encontrada no Brasil....


    catingal | n. m.

    Largo trato de terras maninhas....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?