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    barriam-mas

    Relativo a energia (ex.: economia energética; fontes energéticas)....


    alizar | n. m.

    Guarnição de madeira que cobre as ombreiras das portas e janelas....


    arranco | n. m.

    Ato de arrancar....


    barrado | adj. | n. m.

    Que tem barra....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    dintel | n. m.

    Parte superior das portas e janelas....


    galagala | n. f.

    Betume feito de cal e óleo de linhaça com que os asiáticos barram o fundo dos navios....


    lápis | n. m. 2 núm.

    Artefacto, geralmente de madeira, cilíndrico, comprido e fino, cujo interior contém uma barra de grafite para escrever ou desenhar (ex.: para a prova de desenho, é preciso levar papel, lápis e borracha)....


    remanência | n. f.

    Persistência de magnetização numa barra de aço submetida à ação de um campo magnético....


    trilho | n. m.

    Barra metálica sobre que assentam as rodas dos vagões e de outros veículos....


    sideromante | n. 2 g.

    Pessoa que prediz o futuro pela observação da queima de palhas numa barra de ferro em brasa; praticante de sideromancia....


    ginásio | n. m.

    Lugar em que se fazem exercícios de ginástica, especialmente a de aparelhos (trapézio, argolas, barra fixa, etc.)....


    rodapé | n. m.

    Espécie de cortina que cobre o âmbito da cama até ao chão....


    roda-pisa | n. f.

    Barra ou parte inferior do vestido ou da saia que roça no chão....


    rodeiro | n. m. | adj.

    Barra em cujas extremidades estão duas rodas de um carro ou de uma máquina....


    robaleira | n. f.

    Rede de três panos, outrora usada pelos pescadores da barra do Douro....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se a palavra real admite duas formas de plural: réis e reais, assim como mel, temos: méis e meles?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?