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    Pesquisa nas Definições por:

    BAJULASTES

    Que faz bajulação ou serve para bajular (ex.: discurso bajulatório)....


    lambeação | n. f.

    Adulação; bajulação; engrossamento....


    puxada | n. f.

    Ato de puxar....


    graxa | n. f. | n. m.

    Composição à base de cera que serve para conservar e dar lustro ao calçado e a outros objetos....


    mesurice | n. f.

    Bajulação; servilismo....


    baba-ovo | n. m.

    Pessoa que tem por hábito bajular....


    bajulice | n. f.

    Ato ou efeito de bajular....


    Qualidade do que é subserviente ou servil....


    puxa | interj. | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Expressão designativa de espanto, irritação ou impaciência....


    puxa-saco | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou aquele que bajula, que elogia ou se comporta de modo servil....


    bajulador | adj. n. m.

    Que ou aquele que bajula....


    lambedor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que lambe....


    apaparicar | v. tr.

    Dar paparicos, gulodices a....


    bajoujar | v. tr.

    Lisonjear servilmente....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?