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    Pesquisa nas Definições por:

    APROVEITAVA-MOS

    Que se realiza ao mesmo tempo (que outra ou outras coisas são realizadas)....


    Expressão que alude à sorte que por vezes bafeja aqueles que não se sabem aproveitar dela; equivalente a "Deus dá as nozes a quem não tem dentes"....


    O culpado é quase sempre aquele que tira proveito do crime ou do delito....


    barragem | n. f.

    Obstáculo praticado numa corrente de água....


    deixa | n. f.

    Ato ou efeito de deixar....


    escovilheiro | n. m.

    Operário que escolhe e aproveita a escovilha....


    imbunde | n. m.

    Planta herbácea africana cuja raiz tem matéria sacarina que se aproveita para uma bebida refrigerante....


    garatusa | n. f.

    Ação ou atitude para enganar....


    sipilho | n. m.

    Chicote que não se aproveita por mal torcido ou irregular....


    explotação | n. f.

    Ato ou efeito de aproveitar economicamente determinados recursos, geralmente recursos naturais (ex.: explotação de águas subterrâneas)....


    atanado | n. m.

    Casca triturada para se lhe aproveitar o tanino....


    cartucho | n. m. | adj.

    Cone de papel ou cartão para transportar diversos produtos, como géneros de mercearia ou afins....


    oportunismo | n. m.

    Sistema de transigir com as circunstâncias, de agir conforme elas....


    pião | n. m.

    Objeto de madeira, metal ou plástico de forma cónica, com um bico (ferrão), que serve para jogo ou brincadeira....


    formando | n. m.

    Pessoa que frequenta um curso de formação ou determinado grau de ensino (ex.: no final do curso será atribuído um certificado a todos os formandos com aproveitamento)....


    captagem | n. f.

    Ato de captar, de apanhar ou recolher....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.