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    Pesquisa nas Definições por:

    AFROUXASSE-TA

    abiofilia | n. f.

    Afrouxamento do instinto de conservação....


    ptose | n. f.

    Afrouxamento dos ligamentos viscerais e das paredes abdominais e que produz a queda dos órgãos....


    Aparelho que serve para reduzir a pressão de um fluido contido num reservatório....


    Enfraquecimento, afrouxamento (momentâneo)....


    plano | adj. | n. m.

    Que não tem desigualdades nem diferenças de nível (ex.: a região era plana, mas pantanosa)....


    travão | n. m.

    Peia, trava ou cadeia para travar bestas....


    abrandar | v. tr. | v. intr.

    Tornar brando, suavizar, afrouxar, mitigar....


    afroixar | v. tr.

    O mesmo que afrouxar....


    alassar | v. tr., intr. e pron. | v. intr.

    Tornar(-se) lasso, largo....


    aluxar | v. tr.

    Afrouxar (uma corda esticada)....


    desapertar | v. tr. | v. pron.

    Afrouxar (o que estava apertado)....


    elanguescer | v. tr., intr. e pron.

    Tornar(-se) lânguido....


    estiar | v. intr.

    Tornar-se sereno ou seco (falando-se do tempo)....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?