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    interdizer-se

    proibido | adj.

    Que não é autorizado (ex.: relacionamento proibido)....


    a sacris | loc.

    Em relação às coisas sagradas, geralmente para indicar afastamento (ex.: o padre interdito a sacris não pode exercer nenhuma das funções do seu ministério)....


    permitido | adj.

    Que se permitiu ou que tem permissão....


    defeso | adj. | n. m.

    Que é alvo de uma proibição (ex.: tempo defeso; terreno defeso; apreenderam objetos defesos)....


    proscrito | adj. | n. m.

    Que sofreu proscrição....


    tabu | n. m. | adj. 2 g.

    Proibição de determinada ação, de aproximação ou contacto com algo ou alguém que é considerado sagrado....


    interdito | adj. | n. m.

    Proibido, inibido, impedido....


    pródigo | adj. n. m. | n. m.

    Que ou quem gasta de forma desmedida ou compromete as suas possibilidades económicas com gastos excessivos....


    Ato ou efeito de desmilitarizar ou de se desmilitarizar (ex.: desmilitarização da polícia)....


    encoutar | v. tr.

    Apreender o que é de uso interdito....


    vedado | adj. | n. m.

    Que se vedou....


    devedado | adj.

    Que não se permite....


    conselho | n. m.

    Parecer que se emite para que outrem o observe....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é a pronuncia correta: CRÓSTA ou CRÔSTA.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?