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    fechitos

    abertura | n. f.

    Ato de abrir ou de se abrir....


    lacete | n. m.

    Pequeno laço....


    mascarão | n. m.

    Carranca (de pedra) usada em fechos de arcadas, chafarizes, etc....


    remate | n. m.

    Fim, acabamento....


    reóbase | n. f.

    Intensidade da corrente elétrica mínima capaz de excitar um nervo, no fecho de um circuito (de corrente contínua)....


    mosquetão | n. m.

    Peça que, na extremidade de um fio ou de uma corrente, o liga com uma argola a um objeto, geralmente pendente (ex.: mosquetão do relógio de bolso)....


    cinto | n. m.

    Acessório que consiste numa fita ou correia, com fivela ou outro tipo de fecho, que aperta a cintura....


    Válvula cuja abertura e fecho são comandados por um eletroíman....


    epílogo | n. m.

    Última parte de um discurso, na qual se faz uma leve recapitulação das razões principais que nele entraram....


    telegrama | n. m.

    Comunicação geralmente curta e urgente, transmitida por meio do telégrafo ou, posteriormente, por meio do telefone e da Internet....


    fecharia | n. f.

    Mecanismo que determina a explosão das armas de fogo portáteis....


    fradete | n. m.

    Peça dos fechos da espingarda que joga dentro da charneira....


    zíper | n. m.

    Fecho composto por duas fitas orladas de dentes metálicos ou plásticos, que se engrenam por meio de um cursor....


    casaco | n. m.

    Peça de roupa, geralmente de mangas compridas, que se fecha à frente com botões, fecho de correr, etc., e que cobre o tronco, vestindo-se sobre outras peças de roupa....


    Empresa especializada no transporte de carga ou de passageiros....


    abrir | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Fazer cessar o estado de fechado (ex.: abri as janelas)....


    desfechar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar ao gatilho; disparar....



    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?