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    deviera-a

    ancado | adj.

    Doença dos cavalos que consiste numa forte contração dos tendões....


    folgado | adj.

    Que tem ou tem tido folga, descanso ou pouco trabalho....


    imérito | adj.

    Que não é merecido (ex.: considerações iméritas)....


    Que não vem no tempo devido ou vem fora do tempo próprio (ex.: resposta intempestiva)....


    nemésico | adj.

    Que é instrumento de vingança....


    Em grau muito elevado (ex.: o treinador elogiou sobremaneira a sua equipa)....


    focado | adj.

    Que se focou....


    data venia | loc.

    Expressão usada para discordar de ou contrariar respeitosamente a ideia ou opinião de outrem; com o devido respeito....


    arranco | n. m.

    Ato de arrancar....


    delta | n. m.

    Quarta letra do alfabeto grego (δ, Δ) correspondente ao D do alfabeto latino....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a pronúncia correcta da palavra sintaxe?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?