Pesquisa nas Definições por:

    consertara

    concerto | n. m.

    Combinação entre pessoas ou entidades....


    fabrico | n. m.

    Ato ou arte de fabricar....


    molhelheiro | n. m.

    Aquele que faz ou conserta molhelhas....


    remendeira | n. f.

    Mulher que deita remendos, que conserta roupa velha....


    remonta | n. f.

    Compra de gado cavalar ou muar para o exército....


    remonte | n. m.

    Ato de remontar....


    desconserto | n. m.

    Falta de conserto, de reparação....


    endireita | n. m.

    Indivíduo que conserta os ossos fraturados ou em luxação, também vulgarmente conhecido por algebrista....


    ribeira | n. f.

    Rio de pouco caudal e de pequeno curso....


    antenista | n. 2 g.

    Pessoa que faz, conserta ou coloca antenas de T.S.F., de televisão, etc....


    algebrista | n. 2 g.

    Pessoa versada em álgebra....


    canastreiro | n. m.

    O que faz, conserta ou vende canastras....


    embonada | n. f.

    Reforço no costado do navio, geralmente constituído por tábuas ou chapas, para aumentar a resistência ou a estabilidade....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o substantivo da família de estancar? No dicionário surge estancamento, no entanto encontro vários textos técnicos que referem estanqueidade. E estanquicidade, é a mesma coisa?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?