Pesquisa nas Definições por:

    bocejava-se

    desdormido | adj.

    Diz-se de quem não dormiu e anda bocejando....


    Distensão voluntária dos membros, com retorsão do tronco e talvez bocejo prolongado....


    boquejo | n. m.

    Ato de boquejar....


    escâncara | n. f.

    Estado daquilo que é patente ou do que está à vista....


    bocejável | adj. 2 g.

    Que pode fazer bocejar....


    bocejado | adj.

    Que se disse entre bocejos....


    oscitante | adj. 2 g.

    Que oscita ou boceja....


    oscitar | v. intr.

    Fazer uma grande e prolongada abertura da boca, geralmente involuntária e devido a sono, cansaço ou fome....


    bocejo | n. m.

    Grande e prolongada abertura da boca, geralmente involuntária e devido a sono, cansaço, aborrecimento ou fome....


    bocejar | v. intr. | v. tr.

    Fazer uma grande e prolongada abertura da boca, geralmente involuntária e devido a sono, cansaço, aborrecimento ou fome....


    boca | n. f. | n. m. | interj.

    Orifício e cavidade entre os lábios e a faringe, que forma a primeira parte do aparelho digestivo e na qual estão contidos....



    Dúvidas linguísticas


    A minha dúvida é a seguinte: o singular, em português claro, da palavra "sandwich" é sande ou sandes. Esta dúvida deve-se ao facto de que algumas pessoas usarem "sande" e outras usarem "sandes"! Na minha opinião, o singular será "sande". Espero não estar enganado! Sei que não é uma dúvida que irá salvar a Humanidade mas gostava de que me esclarecessem!


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.