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    Pesquisa nas Definições por:

    acode-mo

    psicanálise | n. f.

    Método de tratamento criado por Sigmund Freud que se baseia na exploração do inconsciente....


    santa | n. f.

    Mulher que foi canonizada....


    deus | n. m.

    Ser supremo. (Com inicial maiúscula.)...


    deus-nos-acuda | n. m. 2 núm.

    Grande tumulto ou confusão (ex.: gerou-se um deus-nos-acuda quando começou a chover)....


    acudir | v. tr. e intr.

    Prestar socorro ou auxílio....


    desvaler | v. tr. | v. intr.

    Não valer a, não acudir a....


    socorrer | v. tr. e pron. | v. pron.

    Ajudar; auxiliar; defender; acudir logo a....


    suprir | v. tr. | v. tr. e pron.

    Completar o que falta....


    acorrer | v. intr. | v. pron.

    Acudir; correr em socorro....


    Veículo que pode acudir prontamente a qualquer sinistro ou acidente....


    Com presteza, rapidez ou agilidade (ex.: acudiu prestemente)....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.