Significado de carpir-se-mos

    A forma carpir-se-mospode ser [infinitivo de carpircarpir], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de carpircarpir], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de carpircarpir], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de carpircarpir] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de carpircarpir].

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    carpircarpir
    ( car·pir

    car·pir

    )
    Conjugação:defectiva.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Prantear, chorar.

    2. Mondar.

    3. Colher, arrancar.

    verbo intransitivo

    4. Chorar.

    verbo pronominal

    5. Lamentar-se.

    6. Arrancar-se os cabelos (em sinal de dor).

    7. [Brasil] [Brasil] Tratar e desmoitar (uma roça).

    etimologiaOrigem:latim carpo, -ere, colher, arrancar, separar.

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    Esta palavra no dicionário

    carpição | n. f.

    Ato de tratar e desmoitar uma roça....


    carpideira | n. f.

    Mulher a quem se paga para prantear nos enterros....


    carpido | n. m. | adj.

    Ato de carpir....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

      Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
      Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

      Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
      Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.