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cachação

cachaçãocachação | n. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

ca·cha·ção ca·cha·ção


(cachaço + -ao)
nome masculino

Pancada dada com a mão aberta no cachaço. = CACHAÇO, PESCOÇADA, PESCOÇÃO

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Dúvidas linguísticas


Eu gostaria de saber se a palavra pró-atividade se escreve junto ou sem hífen e o significado da mesma.
Os dicionários de língua portuguesa não são unânimes em relação à grafia destas palavras, que alternam entre pró-actividade (pró-atividade, no português do Brasil) e proactividade (proatividade, no português do Brasil) e pró-activo (pró-ativo, no português do Brasil) e proactivo (proativo, no português do Brasil), uma vez que existem ambos os prefixos (pró- e pro-) com o sentido “a favor" ou "em defesa de”. O prefixo pró- separa-se sempre do elemento seguinte por hífen (ex.: pró-actividade, pró-americano, pró-ocidental, pró-socialista) e o prefixo pro- nunca se separa do elemento que se lhe segue (ex.: proactividade, procataléctico, procatártico), pelo que nenhuma das grafias pode ser considerada incorrecta, apesar de se notar uma tendência mais acentuada, nas obras lexicográficas, para o uso do prefixo pró-. O uso e registo das formas proactivo e proactividade podem também estar relacionados com o facto de o étimo mais próximo dessas palavras ser o inglês proactive.

Pró-actividade é um conceito utilizado frequentemente na área de gestão de empresas e designa a capacidade que alguém ou algo tem de fazer com que determinadas coisas aconteçam ou se desenvolvam.

É de referir que, pelo menos até à entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990, as formas proactividade e pró-actividade são exclusivas do português europeu e as formas proatividade e pró-atividade são exclusivas do português do Brasil.




Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda. Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia. Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral? Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences. Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.
As dúvidas colocadas relativamente às frases 1 e 2 dizem essencialmente respeito ao uso do infinitivo pessoal (ou flexionado) e do infinitivo impessoal (ou não flexionado).

A alteração na frase 1 de “para funcionarmos” para “para funcionar” na oração final não é obrigatória, mas é possível por questões de eufonia e por se tratar do mesmo sujeito da oração relativa (que [nós] precisamos) de que depende; sobre este assunto, por favor consulte a resposta infinitivo em orações adverbiais finais (de notar que se o sujeito estivesse explícito na oração final, esta alteração não seria possível: *o grau de previsibilidade que precisamos para nós funcionar).

A alteração na frase 2 de “velhinhas [...] a tentar vender” para “velhinhas [...] a tentarem vender” também não é obrigatória, e terá igualmente causas eufónicas, uma vez que, neste contexto de infinitivo antecedido da preposição a e sem verbo auxiliar, pode ocorrer tanto o infinitivo pessoal como o infinitivo impessoal. Este tipo de estrutura pode ser substituído por um gerúndio (ex.: “velhinhas [...] tentando vender”), pelo que se designa por infinitivo gerundivo (cf. Maria Helena Mira MATEUS et al., Gramática da Língua Portuguesa, Lisboa: Editorial Caminho, 5.ª ed., 2003, pp. 643-645) e também por infinitivo de narração ou infinitivo histórico (cf. Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Sá da Costa, p. 483 e Evanildo BECHARA, Moderna Gramática Portuguesa, Rio de Janeiro: Lucerna, 37.ª ed., 2002, p. 284 e p. 528).

Relativamente à alteração de “que precisamos” para “de que precisamos”, por favor consulte as respostas convencido de que e regência de precisar.

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Palavra do dia

y·oun·gui·a·no y·oun·gui·a·no


(Young, antropónimo + -iano)
adjectivo
adjetivo

1. Relativo a Arthur Young (1741-1820), economista e agrónomo inglês, ou às suas doutrinas.

2. Relativo a Edward Young (1683-1765), poeta e filósofo inglês, ou à sua escola.

3. Relativo a Thomas Young (1773-1829), médico, físico e egiptólogo inglês, ou às suas teorias.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/cacha%C3%A7%C3%A3o [consultado em 26-09-2021]