Pesquisa nas Definições por:

    suplementando

    Que supre ou serve de suplemento....


    melomelia | n. f.

    Deformidade que consiste na inserção de membros suplementares nos membros normais....


    sobretaxa | n. f.

    Quantia suplementar que acresce aos preços ou tarifas ordinárias....


    estípula | n. f.

    Apêndice situado na base dos pecíolos....


    reboque | n. m.

    Ação de rebocar....


    suprimento | n. m.

    Ato ou efeito de suprir, de remediar a falta de....


    reflação | n. f.

    Ação que pretende estimular a economia através de iniciativas governamentais fiscais ou monetárias, nomeadamente com redução de impostos, ajustamento de taxas, aumento do dinheiro circulante e despesa pública suplementar....


    Qualidade do que é supletivo ou serve como suplemento....


    Polissacárido usado como suplemento alimentar....


    apêndice | n. m.

    Parte que pende ou sobressai de outra parte principal....


    atrelado | adj. | n. m.

    Que se atrelou....


    estrambote | n. m.

    Versos suplementares que se acrescentam, geralmente em número de três, ao soneto completo....


    espirulina | n. f.

    Cianobactéria do género Spirulina, usada como suplemento alimentar....



    Dúvidas linguísticas


    Como se fala: segue em anexo, segue o anexo ou segue anexo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?