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    Pesquisa nas Definições por:

    partimento

    alhures | adv.

    Noutro lugar; em outra parte....


    aliquanta | adj. f.

    Diz-se da parte que não divide o todo sem deixar resto....


    almarado | adj.

    De cabeça pelada em várias partes....


    adnato | adj.

    Que parece formar parte do objeto a que está ligado....


    adúnia | adv.

    Em abundância; de toda a parte....


    aferente | adj. 2 g.

    Que conduz ou leva....


    algures | adv.

    Em alguma parte (ex.: vão encontrá-lo algures)....


    Diz-se daquilo que apresenta partes semelhantes à amêndoa....


    amplexicaule | adj. 2 g.

    Diz-se da folha ou doutra parte da planta que abraça o caule....


    anisómero | adj.

    Formado de partes desiguais....


    apendente | adj. 2 g.

    Que tem o hilo na parte inferior....


    arrodelado | adj.

    Cujo pecíolo parte do meio do disco, não da base....


    bifário | adj.

    Que se abre ou se desloca em duas partes....


    Diz-se do cavalo que tem esbranquiçadas as ventas e a parte inferior da cabeça....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o significado da palavra fermata?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?