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    lapidas-te

    Locução latina que se aplica para exprimir que um trabalho paciente vence os mais difíceis obstáculos; equivalente a "água mole em pedra dura tanto dá até que fura"....


    lapidado | adj. | n. m.

    Que se lapidou....


    lapidária | n. f.

    Ciência que estuda as inscrições lapidares nos monumentos antigos....


    tabla | n. f. | adj. 2 g.

    Chapa, lâmina....


    lapidário | adj. n. m. | n. m. | adj.

    Que ou quem lapida pedras preciosas....


    lapidar | adj. 2 g.

    De lápide ou a ela relativo....


    culatra | n. f.

    Parte posterior do cano das armas de fogo, onde geralmente é feito o carregamento de munições....


    tosco | adj. | n. m.

    Tal como a natureza o produziu....


    facetar | v. tr.

    Fazer facetas em....


    calco | n. m.

    Reprodução de um desenho por meio da pena ou lápis, que cobre num papel transparente os traços que lhe estão sobpostos....


    lapidar | v. tr.

    Atacar ou matar com pedras....


    lapidador | adj. n. m.

    Que ou o que lapida....



    Dúvidas linguísticas


    Como se designa algo que escraviza? Os termos escravizante e escravizador não aparecem no dicionário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?