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    extras

    Que, em relação a um pagamento salarial, não discrimina as diferentes parcelas, nomeadamente a quantia líquida paga, os descontos, os dias trabalhados ou as horas extras, entre outros (ex.: salário complessivo; verba complessiva)....


    comparsa | n. 2 g.

    Pessoa que, em cinema, televisão ou teatro, participa com papel decorativo ou pouco importante, geralmente sem falas....


    figurante | n. 2 g.

    Pessoa que, em cinema, televisão ou teatro, participa com papel decorativo ou pouco importante, geralmente sem falas....


    cachê | n. m.

    Salário pago por dia aos figurantes e extras de um filme, no cinema, na tarefa de representação, no teatro e televisão, e de locução, na rádio....


    virgem | adj. 2 g. n. 2 g. | n. f. | n. 2 g. | adj. 2 g. | n. f. pl.

    Que ou quem nunca teve relações sexuais....


    extraordinário | adj. | n. m.

    Não conforme ao ordinário ou ao costume....


    biscate | n. m. | n. 2 g.

    Pequeno serviço remunerado que se faz para além do trabalho habitual ou de forma não regular....


    extramuros | adv. | adj. 2 g. 2 núm.

    Fora das portas ou dos limites da cidade ou povoação; no arrabalde (ex.: o convento ficava extramuros)....


    extravagar | v. intr.

    Andar fora do número, da coleção, da ordem....


    vazia | n. f.

    Ilharga, quadril....


    extra | adj. 2 g. | n. m. | n. 2 g.

    Que tem caráter de exceção (ex.: despesas extras; hora extra)....


    hora | n. f. | n. f. pl.

    Período de sessenta minutos, equivalente à quadragésima parte do dia (símbolo: h)....


    quebra | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Ato ou efeito de quebrar....


    extravagante | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que extravaga....


    extra- | pref.

    Elemento que designa fora, além ou para fora (ex.: extracraniano; extramatrimonial; extrassolar)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que me poderiam ajudar a perceber qual é o origem etimológica mais provável da palavra (apelido) Malafaia?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?