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    Pesquisa nas Definições por:

    dotarmos

    ambivalente | adj. 2 g.

    Que é dotado de ambivalência....


    dotado | adj.

    Que recebe ou recebeu dote....


    interativo | adj.

    Diz-se de fenómenos que reagem uns sobre os outros....


    intuitivo | adj.

    Relativo a intuição (ex.: capacidade intuitiva)....


    meigo | adj.

    Que manifesta carinho ou afeto; dotado de meiguice....


    organizado | adj.

    Que está provido de órgãos....


    prendado | adj.

    Que recebeu prenda ou dádiva....


    sagaz | adj. 2 g.

    Que denota perspicácia ou facilidade de compreensão; que é dotado de sagacidade....


    Relativo à tribuna, ao tribuno ou ao tribunado (ex.: o jornalista destaca os dotes tribunícios do orador)....


    uninuclear | adj. 2 g.

    Dotado de um núcleo único (ex.: células uninucleares)....


    autoconsciente | adj. 2 g.

    Que tem consciência de si próprio; dotado de autoconsciência....


    gentrificante | adj. 2 g.

    Que gentrifica ou procede à valorização imobiliária de uma zona urbana, que se torna mais atraente para residentes dotados de maior poder económico (ex.: a transformação do bairro teve um efeito gentrificante)....


    Que gentrifica ou procede à valorização imobiliária de uma zona urbana, que se torna mais atraente para residentes dotados de maior poder económico (ex.: o processo gentrificador fez com que a maioria dos residentes mudasse de bairro)....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?