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confeccionadas

confecção | n. f.

Acto ou efeito de confeccionar....


confeitaria | n. f.

Estabelecimento onde se fazem e vendem confeitos e outros doces....


iguaria | n. f.

Comida requintada e saborosa....


modisto | n. m.

Homem que confecciona e vende artigos de vestuário para senhoras....


xabéu | n. m.

Fruto do dendezeiro....


mussaca | n. f.

Prato de origem turca, confeccionado no forno, geralmente com beringela, carne picada e tomate....


hamburgaria | n. f.

Estabelecimento comercial que confecciona e vende hambúrgueres (ex.: combinaram almoçar na hamburgaria da esquina)....


triguilho | n. m.

Farelo ou resíduo de trigo....


churraria | n. f.

Estabelecimento comercial que confecciona e vende churros....


churreria | n. f.

Estabelecimento comercial que confecciona e vende churros....


sunga | n. f.

Calções de banho curtos, para uso masculino, confeccionados com um tecido elástico que se ajusta ao corpo....


punheta | n. f.

Masturbação masculina....


bulgur | n. m.

Alimento confeccionado a partir de grãos de trigo, com propriedades nutricionais semelhantes às do arroz e do cuscuz....


escarpiada | n. f.

Pão pequeno e doce confeccionado geralmente com canela, azeite, açúcar e mel....


rotisseria | n. f.

Estabelecimento comercial ou secção que comercializa carnes frias, queijos, comida confeccionada e afins....


chabéu | n. m.

Fruto do dendezeiro....


empadaria | n. f.

Estabelecimento comercial que confecciona e vende empadas....


estrogonofe | n. m.

Prato confeccionado com tiras de carne, molho de natas e cogumelos....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber o significado da palavra loadeando.
A forma loadeando corresponde a uma tentativa de adaptação do inglês loading (gerúndio do verbo to load, que significa “carregar”) à flexão do gerúndio de um verbo regular do português (que seria hipoteticamente o verbo *loadear). O termo inglês loading é muito comum na gíria tecnológica, sobretudo em aplicações e produtos informáticos de língua inglesa, indicando que o programa está a ser carregado na memória antes de ser executado. A tradução de loading para carregando ou a carregar seria uma adaptação mais conforme ao português. Alguns dicionários de língua portuguesa contemporânea, como o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002), registam já esta nova acepção de carregar.



Tenho uma dúvida na utilização dos pronomes "lhe" ou "o". Por exemplo, nesta frase, qual é a forma correta: "para Carlos não lhe perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda" ou " para Carlos não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda"?
A questão que nos coloca toca uma área problemática no uso da língua, pois trata-se de informação lexical, isto é, de uma estrutura que diz respeito a cada palavra ou constituinte frásico e à sua relação com as outras palavras ou outros constituintes frásicos, e para a qual não há regras fixas. Na maioria dos casos, os utilizadores conhecem as palavras e empregam as estruturas correctas, e normalmente esse conhecimento é tanto maior quanto maior for a experiência de leitura do utilizador da língua.

No caso dos pronomes clíticos de objecto directo (o, os, a, as, na terceira pessoa) ou de objecto indirecto (lhe, lhes, na terceira pessoa), a sua utilização depende da regência do verbo com que se utilizam, isto é, se o verbo selecciona um objecto directo (ex.: comeu a sopa = comeu-a) ou um objecto indirecto (ex.: respondeu ao professor = respondeu-lhe); há ainda verbos que seleccionam ambos os objectos, pelo que nesses casos poderá dar-se a contracção dos pronomes clíticos (ex.: deu a bola à criança = deu-lhe a bola = deu-lha).

O verbo perturbar, quando usado como transitivo, apenas selecciona objectos directos não introduzidos por preposição (ex.: a discussão perturbou a mulher; a existência perturbava Carlos), pelo que deverá apenas ser usado com pronomes clíticos de objecto directo (ex.: a discussão perturbou-a; a existência perturbava-o) e não com pronomes clíticos de objecto indirecto.

Assim sendo, das duas frases que refere, a frase “para Carlos, não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda” pode ser considerada mais correcta, uma vez que respeita a regência do verbo perturbar como transitivo directo. Note que deverá usar a vírgula depois de “para Carlos”, uma vez que se trata de um complemento circunstancial antecipado.


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