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    agravando-mo

    Que tende a aumentar gradualmente (ex.: febre epacmástica)....


    crise | n. f.

    Mudança súbita ou agravamento que sobrevém no curso de uma doença aguda (ex.: crise cardíaca; crise de epilepsia)....


    contraminuta | n. m.

    Documento com as razões da parte contra a qual foi interposto um agravo....


    apelo | n. m.

    Apelação....


    Ato ou efeito de exacerbar ou de se exacerbar....


    gravame | n. m.

    O que incide como ónus ou peso nos interesses económicos do indivíduo ou da coletividade....


    querela | n. f.

    Discussão; debate; contestação; disputa....


    anábase | n. f.

    Período em que uma doença progride ou se agrava....


    agravado | adj. | n. m.

    Que sofreu agravo; ofendido; piorado....


    agravo | n. m.

    Ofensa a alguém....


    ferido | adj. | n. m.

    Que recebeu ferimento....


    recurso | n. m. | n. m. pl.

    Ato de procurar auxílio ou socorro....


    agravante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou o que agrava ou torna mais grave (ex.: circunstância agravante; motivação racista constitui uma/um agravante em todos os crimes)....




    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?