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    SORRIAS-ME

    Diz-se de um crítico amável que pode atacar, censurar, até motejar, sorrindo sempre....


    metagoge | n. f.

    Figura em que o orador ou escritor atribui o dom da palavra, o sentimento, a ação ou outras características humanas a seres inanimados ou a seres vivos que não são humanos, aos mortos ou aos ausentes (ex.: há metagoge em "a aurora sorriu")....


    rir | v. intr. e pron. | v. tr.

    Manifestar o riso....


    sorrir | v. intr. e pron. | v. intr. | v. tr. | n. m.

    Rir sem gargalhada, fazendo apenas um pequeno movimento com os lábios....


    coquetear | v. intr.

    Agir de modo coquete (ex.: sorria e coqueteava, mas nunca se aproximava)....


    Expressão usada por Horácio, aplicada a Tarento, mas que pode ser aplicada a qualquer lugar de que se gosta....


    ruçar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Tornar ruço....


    risonho | adj.

    Que sorri, que tem o riso estampado no rosto, que tem ar de riso....


    sorriso | n. m.

    Ato ou efeito de sorrir....


    fazer | v. tr. | v. pron. | n. m.

    Dar existência, ser autor de (ex.: fez uma obra notável)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?