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    Pesquisa nas Definições por:

    SOBREVIMOS-TOS

    avindo | adj.

    Que aveio ou se aveio....


    intercorrente | adj. 2 g.

    Que sobrevém; que se mete de permeio....


    sobrevento | n. m.

    Coisa que sobrevém e altera o andamento de algo, ou que assusta ou inquieta....


    sobreparto | n. m. | adv.

    Qualquer doença que sobrevém ao parto....


    crise | n. f.

    Mudança súbita ou agravamento que sobrevém no curso de uma doença aguda (ex.: crise cardíaca; crise de epilepsia)....


    recaída | n. f.

    Ato de recair na mesma culpa, erro, etc....


    epícrise | n. f.

    Juízo médico acerca de uma doença....


    epifenómeno | n. m.

    Sintoma ou alteração que sobrevém depois de declarada a doença, e em virtude de uma evolução natural desta....


    epiginómeno | n. m.

    Acidente ou complicação que, devida a causa alheia, sobrevém numa doença....


    incidente | adj. 2 g. | n. m.

    Que incide....


    Pneumopatia grave que sobrevém nos indivíduos imunodeprimidos, e que é uma complicação frequente da sida....


    quintano | adj. | n. m.

    Que ocorre de cinco em cinco....


    salteado | adj. | n. m.

    Assaltado, atacado....


    quintã | adj. f. n. f.

    Diz-se de ou febre intermitente que sobrevém de cinco em cinco dias....


    acudir | v. tr. e intr.

    Prestar socorro ou auxílio....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.