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    Pesquisa nas Definições por:

    Reputando-a

    malquisto | adj.

    A que não se quer bem; por quem se sente antipatia....


    putativo | adj.

    Que é reputado ser o que não é....


    Que não tem boa reputação; que não goza de grande admiração (ex.: estabelecimento malconceituado)....


    calúnia | n. f.

    Acusação falsa que fere a honra ou a reputação....


    protesto | n. m.

    Declaração enérgica e solene de que se reputa ilegal alguma coisa....


    reputação | n. f.

    Conceito; opinião pública, favorável ou desfavorável....


    desdouro | n. m.

    Ato ou efeito de desdourar....


    horror | n. m. | n. m. pl.

    Sensação de medo que faz arrepiar o cabelo e a pele....


    antorismo | n. m.

    Substituição de uma palavra por outra que se reputa mais própria ou mais enérgica....


    severianos | n. m. pl.

    Hereges que negavam a canonicidade dos livros que a Igreja reputa canónicos....


    crédito | n. m. | n. m. pl.

    Crença, confiança, fé no que diz alguém....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?