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    Pesquisa nas Definições por:

    RECOMECEM-NAS

    a novo | loc.

    Processo que recomeça de novo perante outro tribunal....


    continuar | v. tr. e intr. | v. intr. | v. auxil.

    Não interromper, levar adiante....


    recomeçar | v. tr. e intr.

    Tornar a começar....


    ab origine | loc.

    Desde o início (ex.: recomeçar a narração dos factos ab origine)....


    estaca | n. f.

    Pau comprido que se crava na terra, geralmente para segurar algo....


    reiniciar | v. tr. e pron.

    Iniciar ou iniciar-se novamente....


    renovar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Tornar novo; melhorar....


    integrar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Tornar inteiro ou cabal....


    entregar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Pôr em poder de outrem; dar posse de (ex.: entregou a medalha ao primeiro classificado)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?