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    raptaste-mas

    rapto | n. m. | adj.

    Ato de tirar alguém de casa ou do local onde se encontra, através de violência, de ameaça ou de engano....


    abdução | n. f.

    Ato ou efeito de abduzir, afastar....


    raptador | adj. n. m.

    Que ou aquele que rapta....


    sequestro | n. m.

    Ato ou efeito de sequestrar....


    abstração | n. f.

    Consideração exclusiva de uma das partes de um todo....


    raptável | adj. 2 g.

    Que se pode raptar....


    voo | n. m.

    Ato ou efeito de voar....


    arroubo | n. m.

    Ato ou efeito de arroubar....


    raptor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que rapta....


    raptar | v. tr.

    Praticar rapto em....


    rouçar | v. tr.

    Raptar mulher ou donzela....


    roussar | v. tr.

    Raptar mulher ou donzela....


    raussar | v. tr.

    O mesmo que roussar....


    rouçador | adj. n. m.

    Que ou o que rouça; que ou quem rapta ou força uma mulher....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho dúvidas quanto ao significado do termo "desalargar" dado pelo dicionário. Não sou nenhum especialista na língua portuguesa, mas penso que desalargar não significa "alargar, tornar mais largo". Para mim, faz mais sentido o oposto, até porque o prefixo deste verbo ("des-"), tanto quanto sei, nega o verbo alargar; ou estou enganado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?