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    Predispus-mo

    propenso | adj.

    Que tende naturalmente para....


    esquizoide | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Diz-se da constituição mental que predispõe para a esquizofrenia sem que tal evolução seja inevitável....


    fatalidade | n. f.

    Força que predispõe os acontecimentos....


    enterreirar | v. tr. | v. pron.

    Converter em terreiro....


    predispor | v. tr.

    Dispor antecipadamente, preparar para receber uma impressão qualquer....


    preparar | v. tr. | v. pron.

    Aprontar, arranjar....


    prevenir | v. tr. | v. pron.

    Dispor de antemão, preparar; precaver....


    talhar | v. tr. | v. intr. | v. tr., intr. e pron. | v. pron.

    Cortar, dando uma certa forma....


    inclinar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Desviar da verticalidade; tornar oblíquo....




    Dúvidas linguísticas


    Estava numa reunião onde surgiu uma tremenda dúvida sobre a palavra héptuplo. Existe essa palavra (como duplo, triplo, quádruplo... )? No site mostra a palavra séptuplo, mas acho que não é nesse sentido. Como eu diria então: O Brasil é penta e está próximo do hepta? ou O Brasil é penta e está próximo do septa?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?