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    Parcelava-Mo

    miudamente | adv.

    Em pedacinhos, em pequeninas parcelas....


    Que, em relação a um pagamento salarial, não discrimina as diferentes parcelas, nomeadamente a quantia líquida paga, os descontos, os dias trabalhados ou as horas extras, entre outros (ex.: salário complessivo; verba complessiva)....


    pagela | n. f.

    Parcela, prestação....


    curraleta | n. f.

    Parcela de terreno vinícola demarcado por muros de pedra solta, geralmente basáltica, que protegem as videiras dos ventos marítimos e do mau tempo....


    adição | n. f.

    Ato ou efeito de adicionar ou de adir....


    multiplicando | n. m. | adj.

    Número que, na multiplicação, serve de parcela....


    aditivo | adj. | n. m.

    Que se adita ou acrescenta....


    alcatra | n. f.

    Parte onde acaba o fio do lombo da rês e a que estão pegados os rins....


    meritalo | n. m.

    Espaço entre dois nós de tronco ou caule....


    nicho | n. m.

    Cavidade aberta em parede para colocação de imagem, vaso ou outros objetos (ex.: fachada decorada com arcos e nichos; duche com nicho de arrumação)....


    parcela | n. f.

    Pequena parte; fragmento, partícula....


    tranche | n. f.

    Pedaço cortado (ex.: tranche de pescada)....


    lote | n. m.

    Parte de um todo que se divide ou reparte....


    partilha | n. f.

    Divisão de bens, de herança, de lucros, etc. em partes....


    soma | n. f.

    Ato ou efeito de somar....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?