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    Manjava-vo-los

    regalo | n. m.

    Ato de se regalar....


    gulherite | n. m.

    Sopa fria com vários temperos (azeite, vinagre, alho, cebola, tomate, pimento, etc.), geralmente também com pão....


    guloseima | n. f.

    Predileção ou atração por coisas doces ou por iguarias muito escolhidas....


    prato | n. m. | adj.

    Peça, geralmente de louça, em que se come ou em que se serve a comida (ex.: prato de sopa; prato de sobremesa)....


    Jogo em que uma pessoa deve encontrar os outros, que se esconderam (ex.: brincar de esconde-esconde). [Equivalente no português de Portugal: escondidas.]...


    manjedoura | n. f.

    Espécie de tabuleiro em que comem os animais na cavalariça ou no estábulo....


    manjadoira | n. f.

    Espécie de tabuleiro em que comem os animais na cavalariça ou no estábulo....


    manjadoura | n. f.

    Espécie de tabuleiro em que comem os animais na cavalariça ou no estábulo....


    manjedoira | n. f.

    Espécie de tabuleiro em que comem os animais na cavalariça ou no estábulo....


    manjar | n. m. | v. tr.

    Qualquer substância alimentícia....


    apetecer | v. tr. e intr. | v. tr.

    Fazer sentir vontade ou desejo (ex.: apetece-me sair; apetecer-lhe-á sempre o que não pode ter; com este calor, nada apetece)....


    Prato feito com galinha cozida e desfeita com açúcar, leite e arroz ou farinha de arroz....


    ambrosia | n. f.

    Alimento dos deuses do Olimpo, na mitologia greco-romana; manjar dos deuses....



    Dúvidas linguísticas


    Deve dizer-se tornar-se um, ou tornar-se num?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?