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    Pesquisa nas Definições por:

    MORDAMOS-TOS

    mordaz | adj. 2 g.

    Que morde....


    premorso | adj.

    Cujas bordas parecem ter sido mordidas....


    ratado | adj.

    Roído pelos ratos....


    al dente | loc.

    Com tempo de cozedura de forma a apresentar firmeza ou alguma resistência quando o alimento é mordido (ex.: massa al dente; mergulhe em água fervente com sal e coza al dente)....


    sacadela | n. f.

    Ato ou efeito de puxar....


    quilófago | n. m.

    Pessoa que tem o hábito patológico de morder os lábios....


    corrico | n. m.

    Modalidade de pesca para capturar peixes predadores, que consiste no lançamento de uma amostra que é puxada à tona da água para que o peixe seja atraído pelos seus movimentos e morda o isco artificial (ex.: pesca ao corrico)....


    dacnomania | n. f.

    Distúrbio mental em que o indivíduo tem impulsos mórbidos para morder ou morder-se....


    fiscela | n. f.

    Peça, geralmente de couro ou de metal, que se põe aos animais para não morderem....


    hidrofobia | n. f.

    Doença caracterizada pelo horror aos líquidos....


    mordedura | n. f.

    Ato ou efeito de morder....


    mordente | adj. 2 g. | n. m.

    Que morde....


    mordo | n. m.

    Pequena porção de qualquer coisa....


    odaxelagnia | n. f.

    Excitação sexual associada ao ato de morder ou de ser mordido....


    briquismo | n. m.

    Mania ou ação inconsciente ou involuntária de ranger os dentes, normalmente durante o sono....


    focinheira | n. f.

    Parte carnuda da cabeça do porco usada na alimentação....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?