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    Pesquisa nas Definições por:

    MILITAVAS-MAS

    antimilitar | adj. 2 g.

    Que se opõe ao espírito militar....


    antiaéreo | adj.

    Próprio para a defesa de ataques aéreos....


    castrense | adj. 2 g.

    Relativo a acampamento militar....


    enfiado | adj.

    Que tem um fio passado por um orifício....


    interarmas | adj. 2 g. 2 núm.

    Comum a ou que engloba várias armas (infantaria, artilharia, etc.) do exército....


    político-militar | adj. 2 g.

    Que diz respeito simultaneamente à política e às forças armadas....


    Com intervenção de uma força armada (ex.: expulsar alguém manu militari)....


    Relativo a poliorcética ou à arte de sitiar ou de fazer cercos....


    Dando à execução o caráter das marchas militares....


    antiveículo | adj. 2 g. 2 núm.

    Diz-se de arma, mina, obstáculo etc. usado contra carros de combate ou tanques (ex.: arma antiveículo)....


    paramilitar | adj. 2 g.

    Que imita a estrutura e a disciplina do exército, sem dele fazer parte....


    batismo | n. m.

    Imersão ou aspersão de água que as igrejas cristãs consideram como o primeiro dos sacramentos. (Na Igreja católica há também o batismo dos sinos, dos navios, das pontes, etc.)...


    barrachel | n. m.

    Oficial militar, não combatente, que andava à cata dos desertores....


    barragem | n. f.

    Obstáculo praticado numa corrente de água....


    basilisco | n. m.

    Lagarto ou serpente fantásticos, geralmente retratados com uma coroa na cabeça, cujo olhar era mortífero....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?