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    MASSACRAM-SE

    massacrante | adj. 2 g.

    Que causa sofrimento psicológico ou físico; que causa massacre....


    açougada | n. f.

    Ruído de muitas vozes ou de muita gente junta....


    carnificina | n. f.

    Grande número de mortes violentas....


    massacre | n. m.

    Ato ou efeito de massacrar....


    hecatombe | n. f.

    Sacrifício de cem reses....


    chacinar | v. tr. e intr.

    Preparar (carnes) ao fumo, ao sol ou salgando-as....


    massacrar | v. tr.

    Matar cruelmente grande número de pessoas ou animais indefesos....


    imolar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Oferecer em sacrifício, matando....


    chacina | n. f.

    Matança e esquartejamento de gado....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?