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    Pesquisa nas Definições por:

    MALFORMA-LHES

    malformado | adj.

    Que tem malformação (ex.: pé malformado)....


    Relativo a malformação (ex.: processo malformativo)....


    Relativo às artérias e às veias (ex.: fístula arteriovenosa; malformações arteriovenosas)....


    sindactilia | n. f.

    Malformação congénita que se caracteriza pela junção, total ou parcial, de dois ou mais dedos....


    anencefalia | n. f.

    Malformação que consiste na ausência de cérebro ou de parte dele....


    teratogenia | n. f.

    Produção de monstruosidades ou malformações....


    hamartia | n. f.

    Erro cometido pelo protagonista de uma tragédia, que origina a peripécia; erro trágico....


    aquilia | n. f.

    Malformação caracterizada pela ausência de lábios....


    Procedimento médico para o tratamento de vasos sanguíneos dilatados ou com malformações que consiste na injeção nesses vasos de um líquido que os destrói....


    Condição de quem tem os dedos muito longos, de quem é macrodáctilo....


    Condição de quem tem os dedos muito curtos, de quem é microdáctilo....


    teratologia | n. f.

    Parte da história natural ou da medicina que trata dos monstros, das formas excecionais dos seres....


    acrografia | n. f.

    Processo de formação de palavras através da junção de letras ou sílabas iniciais de uma sequência de palavras (ex.: Benelux é uma acrografia, por Belgique Nederland Luxembourg)....


    malformar | v. tr.

    Alterar, de modo defeituoso, a forma de....


    malcriação | n. f.

    Qualidade de quem não respeita as regras de educação ou de vida em sociedade....


    malquerença | n. f.

    Má vontade, aversão, inimizade, malevolência....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?