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    Pesquisa nas Definições por:

    LEVAS

    adoentado | adj.

    Que está um pouco doente; que apresenta leves sinais de doença....


    aferente | adj. 2 g.

    Que conduz ou leva....


    barrento | adj.

    Que tem ou leva barro (ex.: água barrenta)....


    concludente | adj. 2 g.

    Que conclui ou leva a uma conclusão....


    Que não foi levado a cabo por encontrar resistência....


    lepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de delgado, fino, miúdo (ex.: leptodonte)....


    Que leva ou sustenta uma imagem de Cristo....


    eferente | adj. 2 g.

    Que conduz; que transporta....


    emulgente | adj. 2 g.

    Purificante; emulsionante....


    esguio | adj.

    Longo e estreito....


    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    fisgado | adj.

    Apanhado com fisga....


    Da gestação ou a ela relativo (ex.: ciclo gestatório)....


    injetado | adj.

    Introduzido por meio de injeção....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?