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    Pesquisa nas Definições por:

    Inventei-mas

    inventivo | adj.

    Que tem o dom da invenção ou da criatividade (ex.: criança inventiva)....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    gabarolice | n. f.

    Ato ou dito de quem exibe com vaidade feitos inventados ou exagerados....


    volapuque | n. m.

    Língua artificial, inventada em 1879 pelo alemão Johann Martin Schleyer, que a pretendia universal....


    finta | n. f.

    Movimento que se faz para enganar o adversário ou esquivar-se a ele, geralmente fingindo avançar por um lado, para seguir pelo outro....


    Aparelho fotográfico primitivo, inventado por Daguerre....


    criação | n. f.

    Ato ou efeito de criar....


    criativo | adj. | n. m.

    Que é capaz de criar, de inventar, de imaginar qualquer coisa de novo, de original, que manifesta criatividade (ex.: espírito criativo)....


    enigmatista | n. 2 g.

    Pessoa que inventa ou decifra enigmas....


    invento | n. m.

    Coisa inventada....


    versão | n. f.

    Ato ou efeito de voltar em sentido oposto....


    autor | n. m.

    Aquele que cria ou produz (apenas por faculdade própria)....


    polarígrafo | n. m.

    Aparelho que automaticamente mede e regista a concentração, solubilidade, constituintes e equilíbrio de uma solução eletrolítica, inventado por Jaroslav Heyrovsky....


    quimerista | n. 2 g.

    Pessoa que inventa quimeras....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?