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    FINASSE-SE-MAS

    coado | adj.

    Fundido....


    lepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de delgado, fino, miúdo (ex.: leptodonte)....


    entrefino | adj.

    Que nem é do mais fino nem do mais grosso....


    espabilado | adj.

    Que mostra habilidade ou ação....


    estrigado | adj.

    Fino, assedado; ralo, pouco denso....


    liso | adj.

    Que tem superfície plana ou sem asperezas; macio; chato....


    mitrado | adj.

    Que tem mitra ou direito de a usar....


    requintado | adj.

    Apurado; fino; alambicado; afetado....


    subulado | adj.

    Terminado superiormente em ponta fina, como a de uma sovela....


    superfino | adj.

    Muito fino (ex.: farinha superfina)....


    tenui- | elem. de comp.

    Exprime a noção de pequenez ou delgadeza....


    Passo a quatro tempos; dança de origem inglesa que a França importou e divulgou nos finais do século XIX....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?